Filmes clássicos para assistir ainda hoje

1 – Some Like it Hot (1959)

Junte todo o charme da diva Marilyn Monroe, com o carisma de Toni Curtis e o talento nato para o humor de Jack Lemmon, e o resultado será esse: uma das comédias musicais mais despretensiosamente encantadoras de todos os tempos.
Obra a qual o diretor Bill Wilder considera sua obra prima, Some Like it Hot é ambientado nos anos 20 e conta a história de dois músicos de jazz que, por acidente, acabam testemunhando o Massacre do Dia de São Valentim, em Chicago (1929). E, para fugir da perseguição, ambos se vestem de mulher e viajam rumo a Flórida para entrar para uma banda só de moças.

 

2 – Annie Hall (1977)

“La-di-da!”

Um dos únicos dos filmes do Woody Allen que consegui assistir e gostar do início ao fim (sem nem uma pausa dramática para um cafezinho, ou para escolher outro filme rs), o longa apresenta através de uma ótica mais leve os intermináveis diálogos (típicos de filmes do Woody) acerca das relações interpessoais do personagem central e ainda conta com a atuação de Diane Keaton, a qual emprestou não somente suas roupas para a personagem Annie Hall, mas também seu jeito e carisma.

 

3 – Luzes da Ribalta (1952)

Meu preferido do diretor Charles Chaplin, Luzes da Ribalta é um dos filmes mais emocionantes que já assisti, o filme se passa em Londres em 1914, ano de véspera da I Guerra Mundial, o qual foi o ano em que Chaplin fez seu primeiro filme. Calvero (Chaplin), que fora um famoso palhaço de teatro e que se tornara um bêbedo inveterado, salva de tentativa de suicídio uma jovem dançarina chamada Thereza.

Destaque para o encontro entre Chaplin e Buster Keaton, de encher os olhos de qualquer amante do cinema clássico.

 

4 – Aconteceu Naquela Noite (1934)

Ahhh… nada como observar a origem de todos aqueles clichês de filmes românticos que conhecemos e ainda de quebra admirar Clark Gable com todo aquele glamour dos anos 30!

O longa que foi o primeiro filme a conquistar as cinco categorias mais importantes do prêmio Oscar: filme, diretor, ator, atriz e roteiro, conta a história da filha de um milionário que decide fugir de casa quando seu pai proibe que ela se case com seu pretendente. Durante a fuga, ela encontra um jornalista um tanto quanto misterioso, e os imprevistos da viagem fazem com que eles se aproximem.

5 – Casablanca (1942)

“You must remember this
A kiss is just a kiss, a sigh is just a sigh
The fundamental things apply
As time goes by”

Que filme, que música…ah, sim! Vamos à resenha do filme! rs O filme (maravilhoso…) conta um drama romântico na cidade marroquina de Casablanca sob o controle do da França de Vichy. O filme é baseado na peça Everybody Comes To Rick’s de Murray Burnett e Joan Alison, e conta com Humphrey Bogart no papel de Rick Blaine e Ingrid Bergman como Ilsa Lund. A história se concentra em torno da dilema sofrido por Rick, que deve escolher entre ajudar ou não Ilsa a escapar de Casablanca com seu marido Victor Lazlo, um dos líderes da resistência Tcheca.

 

Anúncios

Musicais que marcaram época

Eles encantaram (e ainda encantam) gerações, dos mais variados temas, os musicais sempre comoveram multidões aos cinemas. Prepare a voz e o sapateado,  pois a sessão de musicais que marcaram época vai começar!

1- Cantando na Chuva (1952)

“What a glorious feeling! I’m happy again…”

Don Lockwood (Gene Kelly) Lina Lamont (Jean Hagen), dois dos astros mais famosos e requisitados da época do cinema mudo Hollywoodiana, se vêem diante do declínio de seu enorme sucesso com a chegada do cinema falado, que logo se torna muito popular entre os espectadores. Com o intuito de superar as dificuldades e produzir um filme falado, Don conta com a ajuda do talentoso amigo Cosmo Brown (Donald O’Connor) e com a voz da encantadora atriz Kathy Selden (Debbie Reynolds). O filme ocupa a primeira colocação na lista dos “25 Maiores Musicais Americanos de todos os tempos”, a qual foi idealizada pelo American Film Institute (AFI) em 2006 e é, sem dúvidas, em todos os aspectos, o melhor musical que já assisti.

2 – Hair (1979)

Assistir a esse musical e não ficar com “Age of Aquarius” na cabeça por alguns dias é quase impossível (pelo menos para mim rs)! Hair é uma adaptação do rock-musical de mesmo nome encenado na Broadway, que conta a história da “tribo”, um grupo de hippies de Nova York, ativistas políticos da ‘Era de Aquário’, que são totalmente contra o alistamento militar para o Vietnã. No entanto, Claude (John Savage) precisa tomar a difícil decisão de rasgar seu cartão de alistamento ou atender às expectativas de sua família e servir no Vietnã e, dessa forma, ir contra seus princípios pacifistas e arriscar sua vida.

3- My Fair Lady (1964)

O intelectual professor de fonética Henry Higgins (Rex Harrison), aposta com um amigo que conseguirá, em poucos meses, transformar a humilde florista de rua Eliza Doolittle (Audrey Hepburn), que possui um terrível sotaque, em uma verdadeira dama. Porém, esse processo de transformação se torna muito mais complicado do que o planejado. Destaque para os figurinos deslumbrantes (inclusive, o filme é vencedor do Oscar na categoria Melhor Figurino) e, é claro, para a atuação impecável da Audrey Hepburn (ainda falarei muito sobre ela por aqui rs).

4 – O Mágico de Oz (1939)

Baseado no livro infantil homônimo de L. Frank Baum (amo!), o filme conta a história de Dorothy (Judy Garland), uma garotinha que vive com os tios em uma fazenda no Kansas. Dorothy decide fugir de casa com o seu cachorro, no entanto, durante a fuga, a região é atingida por um tornado. A menina e seu cachorro se abrigam em uma casa e são carregados pelo tornado, aterrissando na terra de Oz e caindo em cima da Bruxa Má do Leste e a matando. Dorothy passa a ser vista como uma heroína, mas mesmo assim deseja voltar para o Kansas. E, para isso, buscará a ajuda do Poderoso Mágico de Oz que mora na Cidade das Esmeraldas. No caminho, Dorothy encontra um Espantalho (Ray Bolger) que sonha em ter um cérebro, um Homem de Lata (Jack Haley) que deseja ter um coração e um Leão covarde (Bert Lahr) que necessita de coragem. Juntos enfrentarão as ameaças da Bruxa Má do Oeste (Margaret Hamilton), que culpa Dorothy pela morte de sua irmã, e desenvolverão um forte laço de amizade. A história conta com inúmeras lições de vida e é recomendada à qualquer faixa etária, pois nunca se é velho demais para contos de fadas.

5 – Moulin Rouge (2001)

Se houvesse a categoria: “Filmes que eu não amo o roteiro mas são de encher os olhos”, com certeza, eu enquadraria Moulin Rouge à ela (vide Chicago). No longa dirigido por Baz Luhrmann, Ewan McGregor vive Christian, um jovem poeta que tem de enfrentar seu pai para poder realizar o sonho de morar no bairro boêmio de Montmartre, em Paris. Ao se mudar, Christian recebe o apoio de Henri de Toulouse-Latrec (John Leguizamo), que o insere na vida social do bairro, que tem como ponto principal o Moulin Rouge, uma casa noturna que possui um mundo peculiar. Ao conhecer a boate, Christian se encanta por Satine (Nicole Kidman), a mais bela cortesã de Paris e estrela principal do Moulin Rouge. O longa australiano conta com um tom teatral e exagerado, o que o torna único.

LISTA: Filmes de Guerra

Do Vietnã ao gueto de Varsóvia, a guerra se trata de um tema rico, não somente do ponto de vista histórico, mas também cinematográfico. Sendo assim, nada mais justo do que falar um pouco desse tema, que sempre tanto me interessou, destacando alguns dos filmes que mais achei relevantes ao longo dos anos de pesquisa sobre o assunto. Prepare a pipoca, o lencinho e o principal: a memória histórica!

1 – Além da Linha Vermelha (1998)

Após 20 anos sem produzir filmes, o diretor Terrence Malick retornou com Além da Linha Vermelha,  uma história fictícia sobre os soldados da Companhia C das Forças Armadas dos Estados Unidos durante a Batalha de Guadalcanal, na II Guerra Mundial. O longa contém um olhar espiritual e um tanto poético (típico de Malick!) e apresenta grande elenco, contando com nomes como: Sean Penn,  Adrien Brody, George Clooney, Jim Caviezel e John Cusack.

2 – Platoon (1986)

Baseado no que o diretor Oliver Stone vivenciou no Vietnã, Platoon venceu diversas premiações ao redor do mundo e é considerado por vários críticos de cinema como o melhor filme de guerra já realizado. Através da visão do jovem recruta estadunidense Chris (Charlie Sheen), o longa retrata de forma detalhada os horrores da guerra do Vietnã, assim como o conflito de personalidades entre o sargento Barnes (Tom Berenger), assassino impiedoso e psicopata e o sargento Elias (Willem Dafoe), sensível e pacifista.

3 – A Vida é Bela (1997)

“Buongiorno Principessa!” Roberto Benigni traz sua alegria e carisma ao dirigir e protagonizar a história de Guido, um judeu italiano que é mandado ao campo de concentração juntamente com seu pequeno filho Giosuè. Para que o filho não perceba a terrível situação à qual eles foram inseridos, Guido consegue convencer Giosuè, com seu jeito inteligente e espirituoso, de que eles estão participando de um jogo.

4 – O Pianista (2002)

Baseado na autobiografia do músico polaco Władysław Szpilman, o longa retrata desde o período em que Władysław foi forçado pelos nazistas a morar no gueto de Varsóvia com sua família, assim como todos os que eram judeus, até o momento em que o músico teve de se refugiar sozinho em prédios abandonados após o “amenizar” da guerra. O Pianista foi indicado a sete Oscars e foi vencedor nas categorias: melhor ator (Adrien Brody), melhor diretor (Roman Polanski),  e melhor roteiro adaptado (Ronald Harwood). Sem dúvidas, um dos filmes mais emocionantes que já assisti.

NETFLIX: 5 filmes para assistir no fim de semana

Após muito vasculhar o extenso catálogo do Netflix, é comum a dúvida sobre o que assistir baseado nas poucas palavras e nos frames apresentados. Talvez essa lista o ajude a decidir ainda hoje como acabar com o tédio durante o fim de semana!

1 – Questão de Tempo (2013)

E se pudéssemos voltar no tempo para reviver momentos com quem amamos? Tim (Domhnall Gleeson), assim como todos os homens de sua família, descobre aos 21 anos que pode. E o fez (quantas vezes achou necessário) a fim de reparar velhos erros e encontrar um novo amor. No entanto, esta habilidade reserva algumas consequências.

 

2 – Bonequinha de Luxo (1961)

No filme que impulsionou sua carreira e a tornou um ícone do cinema mundial, Audrey Hepburn vive Holly Golightly, uma jovem que sonha em integrar a alta sociedade nova-iorquina. De personalidade autêntica, Holy cativa o espectador logo nos primeiros minutos do longa. Destaque para a “Moon River”, música tema do filme, vencedora do Oscar de Melhor Canção em 1962.

 

3 – Histórias Cruzadas (2011)

Durante a era dos Direitos Civis nos Estados Unidos, a jornalista Skeeter (Emma Stone) resolve escrever um livro com o intuito de relatar, através de entrevistas com algumas empregadas negras de Mississippi, o racismo sofrido por estas em casas de patrões brancos. O filme conta com a brilhante atuação de Viola Davis e Octavia Spencer, com figurinos impecáveis e com um desfecho, no mínimo, hilário.

 

4 – Seven – Os sete crimes capitais (1995)

Em um dos filmes mais importantes da filmografia do diretor David Fincher, dois policiais são encarregados de uma instigante e difícil investigação com o objetivo de encontrar um serial killer que comete crimes seguindo a ordem dos sete pecados capitais.

 

5 – O Profissional (1994)

Marcando a estreia de Natalie Portman no cinema (aos 12 anos), o longa conta a história de Leon (Jean Reno), um solitário assassino profissional, que quando a família vizinha é assassinada por policiais devido ao envolvimento com drogas, decide abrigar a menina Mathilda (Natalie Portman), única sobrevivente da família, a qual anseia em vingar a morte do seu irmão de 4 anos.